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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37547
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorSousa, Edgley Lucas Arantes de-
dc.date.accessioned2026-02-06T21:58:28Z-
dc.date.available2025-10-10-
dc.date.available2026-02-06T21:58:28Z-
dc.date.issued2025-09-18-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/37547-
dc.description.abstractThis research investigates the mechanisms of exploitation and oppression of the capitalist system through domestic labor, analyzing the intersections of gender, race, and class in the Brazilian context. The study examines how the modern state institutionalized patriarchy and perpetuates male domination, using repressive and ideological apparatuses to control female bodies and maintain structures of subordination. The research demonstrates that the sexual division of labor is not merely a functional organization but a mechanism of control and social hierarchy that intensified during processes of industrialization and capitalist consolidation.Historical analysis reveals how the "witch hunt" functioned as an instrument of state terrorism to exploit women's bodies and female reproductive capacity, while in the Brazilian colonial context, enslaved Black women experienced specific forms of exploitation that combined productive and reproductive dimensions simultaneously, which is why the analytical lens must be focused on this factor. The research shows that in contemporary Brazil, the work of social reproduction is predominantly carried out by Black women, who face a disproportionate burden of domestic and care labor. This reproductive overload results in significant physical and psychological illness, contributing to the development of mental health problems among women. The research concludes that domestic and care work, although essential for the reproduction of capitalist labor power, remains invisible and devalued, constituting a form of "domestic slavery" that perpetuates structural inequalities and impedes female autonomy.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Gutemberg Monteiro (gutembergufpb@yahoo.com) on 2026-02-06T21:58:28Z No. of bitstreams: 2 license_rdf: 920 bytes, checksum: 728dfda2fa81b274c619d08d1dfc1a03 (MD5) ELAS19092025.pdf: 1247833 bytes, checksum: 480f2f42790ffc35639c70319cb73232 (MD5)en
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dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc/3.0/br/*
dc.subjectTrabalho domésticopt_BR
dc.subjectDivisão sexual e racial do trabalhopt_BR
dc.subjectCapitalismopt_BR
dc.subjectPatriarcadopt_BR
dc.subjectGêneropt_BR
dc.subjectRaçapt_BR
dc.subjectReprodução socialpt_BR
dc.subjectSexual and racial division of laborpt_BR
dc.subjectDomestic work; Social reproduction;pt_BR
dc.subjectCapitalismpt_BR
dc.subjectPatriarchypt_BR
dc.subjectRacept_BR
dc.subjectGenderpt_BR
dc.subjectSocial reproductionpt_BR
dc.titleReprodução social e exploração: uma análise do trabalho invisívelpt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Gonçalves, Roberta Candeia-
dc.description.resumoEsta pesquisa investiga os mecanismos de exploração e opressão do sistema capitalista através do trabalho doméstico, analisando as intersecções entre gênero, raça e classe na realidade brasileira. O estudo examina como o Estado moderno institucionalizou o patriarcado e perpetua a dominação masculina, utilizando aparelhos repressivos e ideológicos para controlar os corpos femininos e manter estruturas de subordinação. A pesquisa demonstra que a divisão sexual do trabalho não constitui apenas uma organização funcional, mas um mecanismo de controle e hierarquização social que se intensificou durante os processos de industrialização e consolidação capitalista. A análise histórica revela como a "caça às bruxas" funcionou como instrumento de terrorismo estatal para explorar o corpo da mulher e a capacidade reprodutiva feminina, enquanto no contexto colonial brasileiro, as mulheres negras escravizadas experienciaram formas específicas de exploração que combinaram dimensões produtivas e reprodutivas simultaneamente, razão pela qual a lente de análise deve ser voltada a este fator. A pesquisa evidencia que no Brasil contemporâneo, o trabalho de reprodução social é realizado predominantemente por mulheres negras, que enfrentam uma carga desproporcional de afazeres domésticos e de cuidado. Esta sobrecarga reprodutiva resulta em significativo adoecimento físico e psíquico, contribuindo para o desenvolvimento de problemas de saúde mental entre mulheres. A pesquisa conclui que o trabalho doméstico e de cuidado, embora essencial para a reprodução da força de trabalho capitalista, permanece invisibilizado e desvalorizado, constituindo uma forma de "escravidão doméstica" que perpetua desigualdades estruturais e impede a autonomia feminina.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentCiências Jurídicaspt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITOpt_BR
Aparece nas coleções:TCC - Direito - Santa Rita

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