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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38405
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorDuarte, Mayara Benevenuto-
dc.date.accessioned2026-07-20T14:02:33Z-
dc.date.available2026-07-16-
dc.date.available2026-07-20T14:02:33Z-
dc.date.issued2026-06-12-
dc.identifier.urihttps://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/38405-
dc.description.abstractThis study analyzes the work Nós: Uma Antologia de Literatura Indígena (We: An Anthology of Indigenous Literature), organized by Mauricio Negro, as a pedagogical device for promoting intercultural, decolonial, and inclusive education in the early years of basic schooling. The research adopts a qualitative approach and bibliographic typology, with the entire work as its corpus of analysis — narratives, illustrations, paratexts, bilingual glossaries, and ethnographic notes. The theoretical framework is organized around three axes: indigenous literature as a practice of cultural resistance and reexistence, drawing on the decolonial studies of Quijano (2005), Walsh (2009), and Mignolo (2003), and on the contributions of Graúna (2013) and Munduruku (2011; 2018); inclusive education and its legal frameworks and challenges in Brazil, based on Mantoan (2015), Mendes (2020), and Kassar (2011); and multimodality and multiliteracies, grounded in Kress and Van Leeuwen (2001), the New London Group (1996), and Rojo (2012). The analysis showed that the work carries an intentional aesthetic-political project that subverts colonial logic by positioning indigenous authorship and aesthetics as sovereign languages. Its ten narratives reveal cosmoperceptions — such as spiral time, the ontological relationality between humans and nature, and the intergenerational transmission of knowledge — that challenge the Western epistemological paradigm. From a pedagogical standpoint, the work's multimodal structure offers multiple entry points to knowledge, benefiting students with different learning profiles and specific educational needs. It is concluded that using Nós in early childhood education means both complying with Law nº 11.645/2008 and enacting the critical interculturality advocated by Walsh (2009): not as a symbolic celebration of diversity, but as a structural transformation of the conditions under which knowledge is produced and shared in schools.pt_BR
dc.description.provenanceSubmitted by Janete Duarte (janetesd@yahoo.com.br) on 2026-07-16T14:20:58Z No. of bitstreams: 1 MBD16072026.pdf: 1235271 bytes, checksum: a2e10a5392c0c0a17ad5e9128b7d0494 (MD5)en
dc.description.provenanceApproved for entry into archive by Janete Duarte (janetesd@yahoo.com.br) on 2026-07-20T14:02:33Z (GMT) No. of bitstreams: 1 MBD16072026.pdf: 1235271 bytes, checksum: a2e10a5392c0c0a17ad5e9128b7d0494 (MD5)en
dc.description.provenanceMade available in DSpace on 2026-07-20T14:02:33Z (GMT). No. of bitstreams: 1 MBD16072026.pdf: 1235271 bytes, checksum: a2e10a5392c0c0a17ad5e9128b7d0494 (MD5) Previous issue date: 2026-06-12en
dc.languageporpt_BR
dc.publisherUniversidade Federal da Paraíbapt_BR
dc.rightsAcesso abertopt_BR
dc.subjectLiteratura indígenapt_BR
dc.subjectEducação inclusivapt_BR
dc.subjectDecolonialidadept_BR
dc.titleNós: uma antologia de literatura indígena como dispositivo pedagógico: contribuições para uma educação inclusiva e decolonial nos anos iniciais da educação básicapt_BR
dc.typeTCCpt_BR
dc.contributor.advisor1Seabra, Magno Alexon Bezerra-
dc.description.resumoEste trabalho analisa a obra Nós: Uma Antologia de Literatura Indígena, organizada por Mauricio Negro, como dispositivo pedagógico para a promoção de uma educação intercultural, decolonial e inclusiva nos anos iniciais da educação básica. A pesquisa é de natureza qualitativa e tipologia bibliográfica, tendo como corpus de análise a obra em sua totalidade: narrativas, ilustrações, paratextos, glossários bilíngues e notas etnográficas. O referencial teórico organiza-se em torno de três eixos: a literatura indígena como prática de resistência e reexistência cultural, à luz dos estudos decoloniais de Quijano (2005), Walsh (2009) e Mignolo (2003), e das contribuições de Graúna (2013) e Munduruku (2011; 2018); a educação inclusiva e seus marcos legais e desafios no Brasil, com base em Mantoan (2015), Mendes (2020) e Kassar (2011); e a multimodalidade e os multiletramentos, fundamentados em Kress e Van Leeuwen (2001), no New London Group (1996) e em Rojo (2012). A análise demonstrou que a obra possui um projeto estético-político intencional que subverte a lógica colonial ao posicionar a autoria e a estética indígena como linguagens soberanas. Suas dez narrativas evidenciam cosmopercepções, como o tempo espiralado, a relacionalidade ontológica entre humano e natureza e a transmissão geracional do saber, que desafiam o paradigma epistemológico ocidental. Do ponto de vista pedagógico, a estrutura multimodal da obra oferece múltiplos pontos de entrada ao conhecimento, favorecendo estudantes com diferentes perfis e necessidades específicas de aprendizagem. Conclui-se que trabalhar com esta obra nos anos iniciais da educação básica é cumprir a exigência legal da Lei nº 11.645/2008 e, ao mesmo tempo, realizar a interculturalidade crítica defendida por Walsh (2009): não como celebração pontual da diversidade, mas como transformação estrutural das condições em que o conhecimento é produzido e partilhado na escola.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentEducaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUFPBpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpt_BR
Aparece nas coleções:CE - TCC - Pedagogia à distância

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