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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/14269
Tipo: TCC
Título: A relação contratual na união estavél
Autor(es): Silva, Camila Raquel Palmera da
Primeiro Orientador: Lima, Raquel Morais de
Resumo: O instituto da união estável desde o seu reconhecimento na Constituição Federal como entidade familiar, sofreu diversas adaptações para responder a mudanças sociais. Este estudo tem a finalidade de confrontar o instituto da união estável brasileiro e o Le Pacte Civil de Solidarité– PACS previsto pelo ordenamento jurídico francês. Esta análise trata sobre as garantias apresentadas pelos institutos, especificamente, a influência da autonomia privada na formação das uniões não-maritais, seguida pelos efeitos dessa autonomia durante as uniões e, por fim, as consequências na dissolução. Por meio de método comparativo foram analisados o modelo de união estável adotado no Brasil e o PACS, na França. Através de pesquisa exploratória, pode-se explanar desde o reconhecimento dos institutos, o que lhes deu causa, bem como suas implicações práticas. Observados os mecanismos de constituição e os efeitos dos institutos de forma individual, posteriormente comparados. Confrontadas as similaridades e diferenças, por meio de técnica de pesquisa bibliográfica, destaca-se a presença do instituto do contrato nos dois modelos, porém, com atuação distinta. Destaca-se que no Brasil, os contratos de convivência são facultados às partes e não são estes os responsáveis pela existência da união estável, o que difere em completo do modelo de união estável adotado na França, onde o PACS apenas se dá por meio de objeto contratual. Diante da importância e da garantia demandada pelo instituto do contrato no PACS, o estudo desenvolve hipóteses resolutivas acerca da problemática apontada no instituto de união estável brasileiro.
Abstract: O instituto da união estável desde o seu reconhecimento na Constituição Federal como entidade familiar, sofreu diversas adaptações para responder a mudanças sociais. Este estudo tem a finalidade de confrontar o instituto da união estável brasileiro e o Le Pacte Civil de Solidarité– PACS previsto pelo ordenamento jurídico francês. Esta análise trata sobre as garantias apresentadas pelos institutos, especificamente, a influência da autonomia privada na formação das uniões não-maritais, seguida pelos efeitos dessa autonomia durante as uniões e, por fim, as consequências na dissolução. Por meio de método comparativo foram analisados o modelo de união estável adotado no Brasil e o PACS, na França. Através de pesquisa exploratória, pode-se explanar desde o reconhecimento dos institutos, o que lhes deu causa, bem como suas implicações práticas. Observados os mecanismos de constituição e os efeitos dos institutos de forma individual, posteriormente comparados. Confrontadas as similaridades e diferenças, por meio de técnica de pesquisa bibliográfica, destaca-se a presença do instituto do contrato nos dois modelos, porém, com atuação distinta. Destaca-se que no Brasil, os contratos de convivência são facultados às partes e não são estes os responsáveis pela existência da união estável, o que difere em completo do modelo de união estável adotado na França, onde o PACS apenas se dá por meio de objeto contratual. Diante da importância e da garantia demandada pelo instituto do contrato no PACS, o estudo desenvolve hipóteses resolutivas acerca da problemática apontada no instituto de união estável brasileiro.
Palavras-chave: união estável
autonomia da vontade
PACS
contrato
CNPq: CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO
Idioma: por
País: Brasil
Editor: Universidade Federal da Paraíba
Sigla da Instituição: UFPB
Departamento: Direito Privado
Tipo de Acesso: Acesso aberto
Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil
URI: http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
URI: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/14269
Data do documento: 30-Abr-2019
Aparece nas coleções:TCC - Direito - João Pessoa

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