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https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/14302| Tipo: | TCC |
| Título: | A revitalização da presunção de inocência para satisfazer o ideal de condenação |
| Autor(es): | Menezes, Matheus Machado |
| Orientador: | Cavalcanti, Eduardo de Araújo |
| Resumo: | A Presunção de Inocência é uma força valorativa, que abnega a culpa do paciente em lide, que discursa sobre a imputação a um determinado delito, ou transgressão cometido, de forma antecipada, a qual não cabe ao réu a comprovação de sua inocência, mas faz com que o Estado possa comprovar sua culpabilidade, observando os recursos de defesa possível até o fim do processo. Incluso desde a idade dos tempos romanos, sua chegada no Brasil fora estipulada pela imersão nas diretrizes constitucionais. Diante toda o contexto social e a história da sociedade, esse assunto vem sendo debatido com frequência ao longo do tempo, iniciando-se no período romano até sua chegada, de maneira expressa, nas forças normativas do país. Tipificado na Constituição Federal, no seu artigo 5°, inciso LVII, elencou-se uma segurança e estabilidade jurídica ao país, para com o momento da aplicação da penalidade. Com a ineficiência do judiciário na aplicação da execução da persecução penal, imposta pelo Estado, abriu preceito para recorrentes e distintas interpretações da entidade máxima judiciária com relação ao princípio exposto, para a correção das falhas que o poder judiciário possui, acarretando várias deliberações sobre o assunto, gerando inconstâncias jurídicas e, por fim, consequências que impactam três diferentes aspectos, o processo jurídico, ocasionando divergências no rito processual; sistema carcerário, pela superlotação que causará com a implementação da execução da sentença penal condenatória, de forma precedida; e a economia brasileira, impactos que ocorrerão em um país que está em uma situação de recessão. Por isto, ampliando o discurso instaurado, considera-se que o trabalho estabelece em dirimir sobre instabilidade que o Supremo Tribunal Federal desencadeou, em virtude do entendimento de um princípio constitucional, propõe-se arguir uma análise crítica sobre a última decisão instituída pelo, expressada pela relativização do valor, fixando a efetivação da sanção condenatória, a partir da segunda instância, estabelecer o posicionamento contrário a decisão final e, por fim, encontrar soluções para mitigar essa mutabilidade do princípio. |
| Abstract: | A Presunção de Inocência é uma força valorativa, que abnega a culpa do paciente em lide, que discursa sobre a imputação a um determinado delito, ou transgressão cometido, de forma antecipada, a qual não cabe ao réu a comprovação de sua inocência, mas faz com que o Estado possa comprovar sua culpabilidade, observando os recursos de defesa possível até o fim do processo. Incluso desde a idade dos tempos romanos, sua chegada no Brasil fora estipulada pela imersão nas diretrizes constitucionais. Diante toda o contexto social e a história da sociedade, esse assunto vem sendo debatido com frequência ao longo do tempo, iniciando-se no período romano até sua chegada, de maneira expressa, nas forças normativas do país. Tipificado na Constituição Federal, no seu artigo 5°, inciso LVII, elencou-se uma segurança e estabilidade jurídica ao país, para com o momento da aplicação da penalidade. Com a ineficiência do judiciário na aplicação da execução da persecução penal, imposta pelo Estado, abriu preceito para recorrentes e distintas interpretações da entidade máxima judiciária com relação ao princípio exposto, para a correção das falhas que o poder judiciário possui, acarretando várias deliberações sobre o assunto, gerando inconstâncias jurídicas e, por fim, consequências que impactam três diferentes aspectos, o processo jurídico, ocasionando divergências no rito processual; sistema carcerário, pela superlotação que causará com a implementação da execução da sentença penal condenatória, de forma precedida; e a economia brasileira, impactos que ocorrerão em um país que está em uma situação de recessão. Por isto, ampliando o discurso instaurado, considera-se que o trabalho estabelece em dirimir sobre instabilidade que o Supremo Tribunal Federal desencadeou, em virtude do entendimento de um princípio constitucional, propõe-se arguir uma análise crítica sobre a última decisão instituída pelo, expressada pela relativização do valor, fixando a efetivação da sanção condenatória, a partir da segunda instância, estabelecer o posicionamento contrário a decisão final e, por fim, encontrar soluções para mitigar essa mutabilidade do princípio. |
| Palavras-chave: | Presunção de inocência Diretrizes Constitucionais Relativização Distintas interpretações Inconstância jurídica Efetivação da sanção Consequências |
| CNPq: | CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO |
| Idioma: | por |
| País: | Brasil |
| Editor: | Universidade Federal da Paraíba |
| Sigla da Instituição: | UFPB |
| Departamento: | Direito Processual e Prática Jurídica |
| Tipo de Acesso: | Acesso aberto Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil |
| URI: | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/ |
| URI: | https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/14302 |
| Data do documento: | 3-Mai-2019 |
| Aparece nas coleções: | TCC - Direito - João Pessoa |
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| Arquivo | Descrição | Tamanho | Formato | |
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