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Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/23253
Tipo: TCC
Título: A TRANSFOBIA NOSSA DE CADA DIA: UMA ANÁLISE DA OBRA “MEU NOME É RAY” À LUZ DO PRINCÍPIO DO MELHOR INTERESSE DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE
Autor(es): JESUS, Ingrid Santos
Primeiro Orientador: HOLANDA, Caroline Sátiro de
Resumo: O tema da transexualidade tem adquirido mais visibilidade na sociedade civil, sobretudo fora da militância pelos direitos das pessoas LGBTs, porém, mesmo assim, ainda é pouco discutida a transgeneridade em crianças e adolescentes. Sendo assim, seria possível um adolescente se submeter ao tratamento de bloqueio hormonal ainda que em conflito com decisão de um dos pais? Qual vontade deverá prevalecer: do adolescente, com base no princípio do melhor interesse da criança e do adolescente ou a vontade do genitor? Para isso foi utiliza-se a metodologia bibliográfica, com revisão textual, de autores, artigos e doutrinas, assim como análise da Constituição Federal (1988), do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n° 8.069/90) e da Declaração dos Direitos da Criança (1959), além do filme “Meu nome é Ray”, que tem como temática a transgeneridade na adolescência. O objetivo deste trabalho é, portanto, verificar a possibilidade de resguardo da autonomia do adolescente, no caso de conflito com o exercício do poder familiar. Porém, o intuito não é de esgotar o tema e sim trazer uma perspectiva crítica sobre, ao defender a autonomia do adolescente frente ao poder familiar.
Abstract: O tema da transexualidade tem adquirido mais visibilidade na sociedade civil, sobretudo fora da militância pelos direitos das pessoas LGBTs, porém, mesmo assim, ainda é pouco discutida a transgeneridade em crianças e adolescentes. Sendo assim, seria possível um adolescente se submeter ao tratamento de bloqueio hormonal ainda que em conflito com decisão de um dos pais? Qual vontade deverá prevalecer: do adolescente, com base no princípio do melhor interesse da criança e do adolescente ou a vontade do genitor? Para isso foi utiliza-se a metodologia bibliográfica, com revisão textual, de autores, artigos e doutrinas, assim como análise da Constituição Federal (1988), do Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei n° 8.069/90) e da Declaração dos Direitos da Criança (1959), além do filme “Meu nome é Ray”, que tem como temática a transgeneridade na adolescência. O objetivo deste trabalho é, portanto, verificar a possibilidade de resguardo da autonomia do adolescente, no caso de conflito com o exercício do poder familiar. Porém, o intuito não é de esgotar o tema e sim trazer uma perspectiva crítica sobre, ao defender a autonomia do adolescente frente ao poder familiar.
Palavras-chave: Transgeneridade
Criança e Adolescente
Poder Familiar
Conflito.
CNPq: CNPQ::CIENCIAS SOCIAIS APLICADAS::DIREITO
Idioma: por
País: Brasil
Editor: Universidade Federal da Paraíba
Sigla da Instituição: UFPB
Departamento: Direito Privado
Tipo de Acesso: Acesso aberto
URI: https://repositorio.ufpb.br/jspui/handle/123456789/23253
Data do documento: 11-Ago-2020
Aparece nas coleções:TCC - Direito - João Pessoa

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